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Recursos Investimentos Estudos

Recursos Investimentos Estudos Detalhados:

Atuando junto à Instituições Financeiras, preparamos estudos detalhados para aportar recursos, via crédito, investimentos, financiamentos, BNDES e operações estruturadas. (Fundraising)

Operações de aporte de recursos e investimentos, via venture capital.


Busca de investidores para participação.

Programas de apoio ao desenvolvimento

Dependendo do valor do empréstimo, uma opção interessante é a linha de crédito do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), que possui juros mais baixos. Vale a pena pesquisar mais sobre essa possibilidade. Há também recursos da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), que realiza investimentos em empresas de base tecnológica através de vários programas. É importante conhecer as possibilidades oferecidas e avaliar se o negócio cumpre as exigências.

Financiamento colaborativo

Destinado normalmente a projetos relacionados a arte e cultura. Através de algumas plataformas especializadas, o empreendedor consegue doações, sem a necessidade de transferir parte do seu negócio e paga apenas uma taxa ao administrador do site.

Incubadoras e aceleradoras de empresas

A principal diferença está no modelo de negócio. A incubadora normalmente não tem fins lucrativos e é mantida por instituições públicas, buscando recursos de órgãos púbicos para incentivar os projetos. A aceleradora é uma instituição privada, com fins lucrativos e é administrada por investidores que negociam a venda de ações da empresa acelerada, ou seja, o lucro da aceleradora está totalmente relacionado ao sucesso do negócio.
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Sócio investidor

Nesse caso, o empreendedor estabelece de fato uma sociedade, transfere uma parte do negócio a um investidor e os resultados são repartidos. Basicamente existem dois tipos de sócio investidor: o primeiro, investe seu capital, esperando apenas o retorno financeiro do empreendimento; e o segundo, que também atua na gestão da empresa. Hoje, uma forte tendência é a utilização de Capital de Risco. Neste modelo, Fundos de Capital e Investidores-anjo investem em novas empresas, comprando participação e assumindo responsabilidades na administração do negócio.É uma boa alternativa para empreendedores inexperientes, já que contam com o capital e com a conhecimento dos investidores. Porém, é importante ressaltar que esses investimentos estão focados em projetos sólidos e estruturados, inovadores e com potencial de crescimento.A cada dia surgem novas alternativas para captação de recursos no mercado, e assim, bons projetos dão origem a empresas de sucesso. Porém, o primeiro passo é elaborar um plano de negócios detalhado, fundamental para a apresentação aos possíveis investidores e para a gestão financeira da empresa.

GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS

GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS NA AGENDA DAS EMPRESAS

O processo de gestão de riscos vem conquistando cada vez mais importância no ambiente empresarial e o mercado brasileiro tem mostrado relevante grau de maturidade quanto à formalidade e à estruturação desse processo, agregando qualidade ao seu ambiente de controles internos, porém ainda há necessidade de evolução.

“Está na agenda hoje assegurar que os processos e controles sejam realizados em conformidade com as regras estabelecidas. Há um fortalecimento e maior rigor no cumprimento das regulamentações, além de nível elevado de cobrança e transparência dos Conselhos de Administração”, argumenta Leonardo Moretti, diretor da área de Risk Advisory da Deloitte.

Alex Borges, sócio da mesma área na empresa, completa: “as companhias, cada vez mais, estão analisando seus riscos institucionais (de imagem, reputação, estratégicos, cibernéticos, financeiros e etc.) através de seus instrumentos de gestão e de controle, para que eventuais riscos sejam mitigados”.

Levantamento realizado pela Deloitte – com base em formulários de referência divulgados ao mercado pelas companhias e disponibilizados no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – abordou as principais organizações de capital aberto do Brasil nos seus diferentes níveis de Governança Corporativa (Nível 1, Nível 2 e Novo Mercado) e em distintas indústrias.

De forma a analisar como a gestão de riscos e o processo de controles internos estão efetivamente implementados nas organizações, a análise apontou que a maioria das empresas listadas no Nível 1 ou Nível 2 já apresentam políticas de risco formalizadas, enquanto essas práticas vêm sendo implementadas e fortalecidas nas empresas listadas no Novo Mercado. Borges complementa: “a prática está em processo de evolução na gestão empresarial das organizações, nas quais as definições vêm sendo melhor estabelecidas e alinhadas ao apetite e tolerância aos riscos empresariais”.

DESAFIOS E PAPEL DA ALTA ADMINISTRAÇÃO

Quanto aos desafios que as empresas têm enfrentado para implementação da gestão de riscos e controles internos, Leonardo Moretti alerta que o grande desafio é que órgãos de governança reconheçam o real valor dessas áreas para os negócios. “É fundamental que vejam o trabalho desenvolvido como diferencial, que pode levar a empresa a outro patamar de gestão no processo de riscos e controles”, comenta.

Moretti argumenta também que a instituição alcança um programa eficaz de gestão de riscos e de controles internos quando a alta administração direciona esforços para isso. “Quando não há muito patrocínio da elite do grupo com relação a estas funções ela não acontece na prática, fazendo com que os resultados gerados não sejam efetivos. A alta administração tem que comprar a ideia e fazer acontecer, tem que acreditar que esse programa vai agregar valor ao negócio.”

Segundo Alex Borges, para que a gestão de riscos e de controles internos seja eficaz e assegure a adequada tomada de decisão e de transparência ao mercado, são necessários:

  • processo de aculturamento contínuo;
  • compreensão do valor da gestão de riscos e controles internos pela alta administração e órgãos de governança;
  • definição clara do apetite e tolerância a riscos e a formalização da política de riscos;
  • processo de gestão de riscos adequado à realidade do negócio (não há processo comum a todas as organizações);
  • entendimento do que deve ser reportado e a quem se reportar.

Dívida dos brasileiros

Dívida dos brasileiros é alerta para outros países emergentes

Como milhões de pessoas pobres fizeram durante o boom de dez anos da economia brasileira, Odete Meira da Silva tomou empréstimos para acelerar a sua ascensão à classe média. Mãe solteira, ela comprou um computador, uma TV de tela plana e começou a construir uma casa num bairro violento da periferia de São Paulo.

Mas a farra dos gastos acabou. Essa pequena comerciante de 56 anos de idade está agora preocupada com um lado menos charmoso da vida da classe média: as dívidas. Depois que suas contas de cartão de crédito ultrapassaram o valor que conseguia pagar, Silva reduziu todas as despesas e interrompeu a construção da casa. Recentemente, via-se na sua casa uma escada rústica de cimento se erguendo da sala de estar até um segundo andar inacabado. É uma imagem da sua própria escalada na economia brasileira: só até a metade.

“Ainda pretendo terminar a casa, mas isso vai ter que ser feito pouco a pouco, talvez em mais três anos”, disse ela.

Os problemas de Odete Silva com suas dívidas ajudam a explicar por que o crescimento brasileiro, antes impressionante, vem perdendo fôlego e não deve se recuperar tão cedo. Muitos estrangeiros imaginam que o Brasil, um dos maiores produtores mundiais de soja e minério de ferro, seja um país pobre que depende da venda de commodities para sobreviver. Mas são os novos consumidores como Odete Silva que alimentaram boa parte da recente expansão econômica do país, enquanto o crédito ao consumidor mais que dobrou, para cerca de US$ 600 bilhões em cinco anos.

Agora, muitos desses novos compradores estão sofrendo com o uso excessivo do cartão de crédito. Alguns estão atrasando os pagamentos dos cartões, que chegam a cobrar 80% de juros anuais ou mais. Diante da inadimplência crescente, os bancos agora hesitam em emprestar.

Como resultado, o índice de aumento do consumo é o menor desde 2004. Isso está se juntando a outros problemas, incluindo exportações mais fracas para a China e uma queda na produção industrial causada pela valorização do real , fatores que já estavam desacelerando a economia brasileira. Com a confiança do consumidor em declínio, o PIB brasileiro deve crescer 2,4% este ano, após atingir 7,5% em 2010.

Para complicar as coisas, a explosão do consumo no Brasil provocou uma inflação de 6% ao ano, com a demanda pelos bens superando a capacidade da economia de fornecê-los. Isso colocou o Banco Central na incômoda posição de ter que aumentar os juros para controlar a inflação em meio a uma economia já lenta — iniciativa que pode desacelerar ainda mais o crescimento. Os economistas esperam que o BC eleve a taxa de juros básica, a Selic, que já está em elevados 9% ao ano, em meio ponto percentual na reunião de hoje.

Os problemas do Brasil representam um alerta a outros mercados emergentes envolvidos numa das mais fascinantes narrativas econômicas dos últimos dez anos: a ascensão dos consumidores à classe média nos países em desenvolvimento.

By

LORETTA CHAOPor e John Lyons and
JOHN LYONS de São Paulo
Oct. 9, 2013 12:02 a.m. ET
WSJ

Ibovespa e as tendências

Ibovespa e as tendências

‘Novo’ Ibovespa terá mais ações de consumo e menos de construção

A Bolsa também vai retirar do índice ações que valem menos de R$ 1, o que afetaria diretamente a OGX

13 de setembro de 2013 | 2h 05
GABRIELA FORLIN , BETH MOREIRA – O Estado de S.Paulo

Os setores de consumo e financeiro são os que mais devem ganhar peso no Ibovespa com a nova metodologia anunciada pela Bolsa, segundo cálculos de bancos e corretoras. As ações ordinárias de grandes empresas como Petrobrás e Vale também terão peso maior no índice. Dessa forma, o desempenho do indicador reformulado deve refletir melhor o mercado de capitais brasileiro, de acordo com agentes do setor ouvidos pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

O presidente da Bolsa, Edemir Pinto, disse que a mudança da metodologia foi “uma das decisões mais importantes e mais difíceis dos últimos 20 anos”. Ele reforçou que a Bolsa tem feito o trabalho ao longo de praticamente um ano e destacou que a crise nas empresas de Eike Batista não foi o que motivou as alterações.

Ainda assim, uma nova regra determina que ações classificadas como penny stocks (que valem menos de R$ 1) não poderão compor o índice, o que afeta diretamente os papéis da OGX, que fecharam o pregão de ontem negociados a R$ 0,39. A norma vale desde já. Ou seja, na próxima reavaliação, em 6 de janeiro, os papéis que não chegarem no valor mínimo de R$ 1 não serão elegíveis para compor o índice. Para se adequar à norma, a OGX, por exemplo, teria que fazer um agrupamento de ações.

Conforme as novas regras, os ativos serão ponderados pelo valor de mercado de seus papéis em circulação, sendo que a participação dos ativos de uma companhia no Ibovespa não poderá ser superior a 20%. Na metodologia vigente, o valor de mercado da empresa não tem peso no balanceamento da carteira, prevalecendo a liquidez.

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As 20 profissões do futuro

22/09/2013 às 15h21

Empresa de tendências indica as 20 profissões do futuro

SÃO PAULO  –  Folhapress – Segundo a empresa de tendências Sparks & Honey, podemos esquecer o modelo de carreira estável e linear. A ideia é que as profissões se tornem mais complexas, colaborativas e especializadas.

A companhia indicou uma lista de 20 carreiras que farão sucesso nos próximos anos. A maior parte delas são consultorias personalizadas ou que ajudam profissionais a se guiar no mundo virtual. Algumas já existem, mas terão uma demanda maior no futuro. Outras têm um grande potencial e ainda deverão ser criadas.

Veja a lista abaixo:

Conselheiro de produtividade: as pessoas precisarão de ajuda para melhorar a sua produtividade, combinando saúde, bem-estar, gestão do tempo e aconselhamento de carreira.

Curador digital: um especialista que recomenda e mantém seu rol de aplicativos, hardwares e softwares para melhorar sua vida pessoal e profissional.

Balanceador microbiológico: um especialista que avalia a composição microbiológica de um ambiente ou indivíduo.

Desorganizador corporativo: as empresas pedirão um organograma mais colaborativo, e será preciso que alguém embaralhe e quebre as hierarquias corporativas.

Tutor de curiosidade: um conselheiro que não só forneça inspiração e conteúdo para despertar a curiosidade, mas que ensine a arte da descoberta.

Especulador de moedas alternativas: as moedas virtuais estão ganhando força e isso é uma boa oportunidade para um especialista que se dedique a estudar esse mercado.

Pastor urbano: especialista em plantas criadas em jardins de pequena escala ou em áreas urbanas incomuns.

Faz-tudo 3D: um especialista em impressão 3D que fabrica tudo o que uma pessoa precisa.

Administrador de morte digital: alguém que cria, administra ou elimina dados após a morte de alguém.

Arquivista pessoal: na era da vida completamente documentada, haverá a necessidade de especialistas para organizar, catalogar e dar sentido aos conteúdos pessoais.

Especialista em desintoxicação digital: a internet estará em todos os lugares, e precisaremos de um profissional para nos ajudar a desintoxicar do mundo virtual e ter uma vida mais saudável.

Especialista em crowdfunding: alguém que entenda como promover e obter fundos para um projeto através de financiamento público.

Consultor de novas habilidades: esse profissional ajuda os clientes a desenvolver e adquirir novas habilidades para ocupar cargos inéditos nas empresas.

Personal trainer baseado em dados: um instrutor de saúde que não só recomenda dietas, mas também analisa os dados de rotina pessoal e aptidão para que o cliente tenha um melhor estilo de vida.

Cinegrafista de experiências: esse cinegrafista viverá experiências por outras pessoas e as gravará para os chamados “exploradores de sofá”.

Conselheiro de não escolaridade: esse profissional incentiva os alunos a invadir o mundo real e experimentar a vida, em vez de apenas buscar caminhos tradicionais de ensino.

Consultor de privacidade: esse especialista estudará vulnerabilidades de segurança em aspectos pessoais, físicos e virtuais.

Consultor de carreiras via Skype: consultores de carreira que preparam e ajudam profissionais por meio de entrevistas remotas ou vídeoconferências, com dicas de etiqueta, aparência e habilidades de conversação.

Agente de memes: assim como um agente de celebridades, esse profissional representará personalidades que se tornaram memes na internet.

Condutor de drones: a demanda por drones (aviões não tripulados) pedirá guias experientes.

Empatia é chave para unir trabalho e felicidade

Empatia é chave para unir trabalho e felicidade, diz filósofo

Em passagem pelo Brasil, Roman Krznaric, um dos fundadores da School of Life, recomenda abandonar o “eu” e assumir o “nós”

Você já se perguntou, no meio da sua jornada de trabalho, “o que eu estou fazendo aqui”? Bem, você não é único. Há uma epidemia de insatisfação com o trabalho se espalhando pelo mundo e ela já chegou ao Brasil. É o que afirma Roman Krznaric, filósofo australiano e um dos fundadores da School of Life, espaço dedicado a cursos focados em informação para qualidade de vida. Roman está no Brasil representando a escola em duas palestras. No último domingo, falou ao público que lotou o Teatro Augusta, em São Paulo.

“As pessoas estão questionando qual o seu propósito de vida e, assim, repensando o significado do trabalho”, diz Roman, que também é autor de “Como Encontrar o Trabalho da sua Vida” (Editora Objetiva) e está no Brasil para lançar seu segundo título, “Sobre a Arte de Viver” (Editora Zahar).

O materialismo já não é mais suficiente. “É uma escada sem fim. Ganhamos dinheiro, compramos, a nossa felicidade cresce um pouco e rapidamente cai. Logo, esse ciclo se repete sistematicamente”.

Se nos últimos 20 anos a carga horária aumentou significativamente, o dia de alguém que está insatisfeito no emprego será tomado de frustrações. “O problema é que as pessoas têm uma ideia muito errada do que lhes traz felicidade no trabalho. Elas tendem a pensar que ganhar mais dinheiro e galgar posições mais altas fará com que sejam mais felizes”, Roman observa.

Mas o que realmente importa, explica o filósofo, é a qualidade das relações, autonomia, liberdade e respeito. “Essas coisas são essenciais no ambiente de trabalho. Você pode ganhar mais dinheiro, mas se sentir que ninguém lhe nota, se não tiver amigos no trabalho, você será infeliz.”

“Fluir” é a palavra-chave para se ter mais prazer na vida profissional. Ao estar presente, desfrutando os momentos, as horas passarão sem você perceber. Mas não é fácil atingir este estado. Muitas vezes, para chegar lá é preciso enfrentar desafios e sair da zona de conforto. “Temos que enlouquecer de vez em quando”, recomenda.

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Renata Reif – iG São Paulo |